Sento-me na cadeira do meu quarto, de frente à janela a noite infinita e o momento que sempre me aguarda. Sento-me nessa cadeira velha do meu quarto, bêbado e consciente, condenado a prisão dos meus pensamentos que são reais por dentro mas que só se mostram reais nesse momento e o que é real além do que sinto? Nada é real além dessa cadeira, dessa janela, dessa noite. Em que hei de pensar?
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